Evento realizado na capital chilena, Santiago, com os principais líderes da América e Península Ibérica revela algumas rusgas e cicatrizes, passadas e recentes, que fazem com que a América Latina continue mantendo seu título de "em desenvolvimento" e muito longe de um acordo comercial, social, racial ou qualquer que seja a forma de cooperação pretendida.
Uruguaios (pró) e Argentinos (contra), apesar da intervenção espanhola, brigam pela instalação de uma fábrica finlandesa de celulose às margens do Rio Uruguai, em território uruguaio. Chegam ao cúmulo de o presidente Tabaré Vásquez, do Uruguai, fechar a fronteira entre os países e isolar o espaço aéreo sobre a unidade fabril.
Brasil anuncia a descoberta de sua maior reserva de petróleo na bacia de Campos, Rio de Janeiro, e o presidente Lula é chamado de magnata do petróleo pelo seu colega venezuelano, Hugo Chávez, líder da "luta contra o imperialismo" e da "volta do socialismo bolivariano à América do Sul".
Chilenos e Bolivianos, representados por seus representantes Michelle Bachelet e Evo Morales, respectivamente, têm uma conversa ao pé-do-ouvido. Especulações apontam sobre o pleito boliviano de ter acesso ao mar, na região norte do Chile, tomada há muito tempo pelos chilenos.
Álvaro Uribe (Colômbia) e Hugo Chávez negociam troca de seqüestrados por revolucionários. O líder venezuelano, obviamente, defende a liberdade de revolucionários das FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), enquanto Uribe tenta, incansavelmente, apaziguar seu país.
Estes são alguns exemplos da "união" dos nossos países... Espero que tenhamos a oportunidade de seguir em frente, apesar das tentivas desastrosas de nossos governantes.
Mostrando postagens com marcador Chile. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Chile. Mostrar todas as postagens
sábado, 10 de novembro de 2007
Assinar:
Postagens (Atom)
